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Veja como foi nosso curso de primeiros socorros

Emergências não avisam!

Equipe da Salkantay Trekking praticando RCP em manequins durante o curso de primeiros socorros
A equipe administrativa da Salkantay Trekking com os instrutores da O2 Medical Network ao final do curso de primeiros socorros

O que você faria se um colega de trabalho precisasse de ajuda durante uma emergência? Às vezes, saber como reagir pode fazer toda a diferença. Na Salkantay Trekking, acreditamos que estar preparado não é importante apenas durante uma caminhada pelas montanhas, mas também nos lugares onde trabalhamos todos os dias.

Por isso, nossa equipe administrativa participou de um curso de primeiros socorros e uso do desfibrilador externo automático (DEA), conduzido por profissionais da clínica particular O2 Medical Network. Foi uma oportunidade de aprender a responder a situações inesperadas e fortalecer o cuidado entre colegas.

Mas essa capacitação representa muito mais do que aprender novas habilidades. Ela também reflete algo que consideramos fundamental como empresa: cuidar das pessoas que fazem parte da Salkantay Trekking. E existe um motivo pelo qual esse aprendizado também é importante para quem nos visita.

Apresentadora abrindo o workshop de primeiros socorros na Casa Salkantay

Por que realizamos um curso de primeiros socorros?

Quando pensamos em segurança no turismo de aventura, as primeiras coisas que vêm à mente são as montanhas, as trilhas difíceis e as longas caminhadas. No entanto, emergências também podem acontecer em um escritório, durante uma reunião ou enquanto atendemos um visitante.

Uma queda, uma pancada, um engasgo ou alguém perdendo a consciência são situações que podem surgir quando menos esperamos. Nesses momentos, reconhecer o que está acontecendo e saber como pedir ajuda é fundamental.

Na Salkantay Trekking, a preparação para emergências já faz parte do nosso trabalho nas montanhas. Todos os anos, em fevereiro, nossos guias recebem treinamento e obtêm a certificação Wilderness Advanced First Aid (WAFA), um programa de primeiros socorros voltado para situações que podem ocorrer em ambientes naturais, longe de centros médicos.

Mas acreditamos que o cuidado com as pessoas não deve se limitar às trilhas. Nossa equipe administrativa também merece ter conhecimentos que permitam agir diante de situações inesperadas.

Com esse objetivo, organizamos uma capacitação voltada para reconhecer emergências, prestar primeiros socorros e conhecer melhor o uso do DEA, um equipamento que pode ser decisivo em determinados casos de parada cardíaca.

Durante o workshop, demos atenção especial a três situações: hemorragias, engasgos e traumatismos, sem deixar de abordar outras emergências que exigem uma resposta rápida.

Porque a segurança não deveria depender apenas do lugar onde estamos.

Integrantes da equipe da Salkantay Trekking reunidos em círculo durante o workshop de primeiros socorros

Nossa equipe administrativa também aprende a agir

Por trás de cada aventura que organizamos, existem pessoas trabalhando no escritório. São elas que respondem às dúvidas, coordenam reservas, organizam serviços e ajudam nossos viajantes a receber as informações de que precisam antes de começar a jornada.

Embora suas atividades sejam diferentes das dos nossos guias, elas também fazem parte da experiência de cada visitante.

Por isso, aprender primeiros socorros é uma maneira de fortalecer sua preparação, tanto para a própria segurança quanto para ajudar as pessoas ao redor.

Instrutora da O2 Medical Network explicando os sinais vitais e a importância do tempo em uma emergência, com manequins de treino sobre a mesa na Casa Salkantay

Os primeiros minutos podem fazer a diferença

Um dos primeiros assuntos abordados pelos profissionais da O2 Medical Network foi a importância do tempo durante uma emergência.

Aprendemos que, quando uma pessoa deixa de receber oxigênio suficiente, especialmente durante uma parada cardíaca, o cérebro pode começar a sofrer lesões graves em poucos minutos.

Isso nos ajudou a compreender por que é tão importante reconhecer rapidamente uma situação de risco, solicitar atendimento médico e iniciar as medidas de primeiros socorros adequadas.

Também aprendemos a diferença entre uma urgência e uma emergência. Enquanto uma urgência exige atendimento médico em tempo oportuno, uma emergência representa um perigo imediato para a vida ou a saúde de uma pessoa e requer uma ação sem demora.

Esse aprendizado foi o ponto de partida para compreender os procedimentos que praticaríamos durante o restante do dia.

Proteger, alertar e socorrer: três passos que precisamos lembrar

Depois de conhecer os conceitos básicos de primeiros socorros, aprendemos o método PAS, que reúne três ações fundamentais diante de uma emergência.

  1. Proteger

    Antes de nos aproximarmos de uma pessoa acidentada, precisamos verificar se o local é seguro. Isso significa identificar possíveis perigos e evitar que tanto quem presta ajuda quanto a pessoa afetada ou aqueles que estão por perto sofram novas lesões.

    Compreendemos que ajudar também significa reconhecer nossos próprios limites. Se o local representa um perigo, não devemos nos expor a riscos desnecessários.

  2. Alertar

    O próximo passo é solicitar ajuda profissional. Em Cusco, podemos entrar em contato com serviços de emergência, como o SAMU, e fornecer informações claras sobre o que aconteceu, a localização e o estado da pessoa que precisa de atendimento.

  3. Socorrer

    Depois de garantir que o ambiente está seguro e solicitar ajuda, podemos prestar os primeiros atendimentos de acordo com os conhecimentos recebidos, enquanto aguardamos a chegada dos profissionais de saúde.

    Os especialistas também explicaram a importância de utilizar equipamentos de proteção, como luvas e dispositivos de barreira, para reduzir os riscos durante o atendimento.

Embora pareçam passos simples, conhecer essa sequência nos ajudou a entender que uma resposta adequada começa muito antes de realizar qualquer procedimento de primeiros socorros.

Instrutora da O2 Medical Network mostrando como avaliar uma pessoa em um manequim de treino

Aprendemos a reconhecer os sinais de uma emergência

Uma das partes mais importantes da capacitação foi aprender a avaliar o estado de uma pessoa antes de intervir.

Os especialistas nos ensinaram a observar se a pessoa responde a estímulos, verificar se está respirando normalmente e identificar sinais que exigem atendimento imediato.

Também abordamos situações como desmaios e paradas cardíacas, compreendendo que não devem ser confundidas, pois exigem respostas diferentes.

Aprendemos que uma pessoa inconsciente que não respira normalmente pode precisar de reanimação cardiopulmonar imediata e do uso de um DEA, além do acionamento dos serviços de emergência.

Durante essa explicação, também conhecemos a importância de observar os movimentos do tórax e reconhecer alterações na respiração.

Nosso objetivo não era nos tornarmos profissionais de saúde, mas aprender a identificar quando alguém precisa de ajuda urgente e como agir de maneira responsável, dentro das nossas capacidades.

A importância do oxímetro em Cusco

Houve um momento especialmente relacionado ao nosso trabalho com turismo: a explicação sobre o uso do oxímetro. Esse pequeno aparelho mede a saturação de oxigênio no sangue e a frequência do pulso. Durante o workshop, aprendemos como utilizá-lo e por que seus resultados devem ser interpretados junto com os sintomas e o estado geral da pessoa. Os profissionais destacaram sua utilidade em uma cidade como Cusco, onde a altitude pode afetar quem chega de regiões mais baixas. Na Salkantay Trekking, contamos com oxímetros em nossos kits de primeiros socorros, tanto nas trilhas quanto em nossas instalações. Conhecer melhor seu funcionamento nos ajuda a compreender as informações que ele fornece e reconhecer quando é necessário solicitar uma avaliação médica.

Esse aprendizado também nos lembrou da importância de prestar atenção aos nossos visitantes desde o momento em que chegam, mesmo antes de começarem suas caminhadas.

O que aprendemos durante a capacitação de primeiros socorros?

Depois de conhecer os princípios básicos de atendimento, passamos para situações mais específicas que podem acontecer tanto no trabalho quanto no dia a dia.

Integrantes da equipe da Salkantay Trekking praticando compressões torácicas em manequins

RCP e uso do DEA: aprendendo a agir diante de uma parada cardíaca

Uma das partes mais importantes do nosso dia foi o treinamento em reanimação cardiopulmonar (RCP) e no uso do desfibrilador externo automático (DEA).

Depois de conhecer as consequências que a interrupção da circulação sanguínea e do fornecimento de oxigênio pode causar, compreendemos por que esses recursos são tão importantes durante uma parada cardíaca.

Integrantes da equipe ajoelhados sobre manequins praticando compressões torácicas

Praticamos as manobras de RCP

Durante essa atividade, os profissionais nos mostraram como posicionar corretamente as mãos, manter uma postura adequada e realizar compressões torácicas no ritmo e na profundidade recomendados.

Também abordamos as ventilações de resgate com dispositivos de barreira, compreendendo como elas são combinadas com as compressões quando a pessoa que presta ajuda recebeu o treinamento necessário.

Os exercícios nos ajudaram a perceber que realizar RCP exige atenção e técnica correta.

E não ficamos apenas observando uma demonstração. Tivemos a oportunidade de praticar os movimentos, corrigir nossa postura e receber orientações diretamente dos especialistas.

Instrutora mostrando a posição correta das mãos para a RCP

Conhecemos o funcionamento de um DEA

Outro aprendizado fundamental foi conhecer o funcionamento do desfibrilador externo automático.

Esse aparelho analisa o ritmo cardíaco e, quando identifica um ritmo que necessita de desfibrilação, orienta a aplicação de um choque elétrico.

Durante o workshop, conhecemos seus componentes, as instruções fornecidas pelo aparelho e os cuidados necessários para utilizá-lo com segurança.

Também revisamos considerações importantes para seu uso em adultos e pacientes pediátricos, levando em conta as diferenças entre esses grupos.

Essa foi uma das experiências mais valiosas da capacitação, pois nos permitiu conhecer de perto um equipamento do qual muitas pessoas já ouviram falar, mas que poucas tiveram a oportunidade de utilizar durante um treinamento.

Instrutora avaliando uma pessoa ferida enquanto a equipe observa

Hemorragias: reconhecer quando um sangramento coloca a vida em risco

Um dos temas que mais nos fez refletir foi o das hemorragias.

Aprendemos que nem todos os ferimentos apresentam os mesmos riscos e que uma perda significativa de sangue pode se tornar uma emergência com risco de morte em questão de minutos.

Os profissionais explicaram as diferenças entre os tipos de hemorragia e como reconhecer os sinais de um sangramento grave.

Também aprendemos sobre a importância de aplicar pressão direta e utilizar materiais especializados, como gazes hemostáticas e torniquetes, que podem ajudar a controlar determinados sangramentos graves quando utilizados corretamente.

Esse aprendizado nos deu a oportunidade de revisar os recursos com os quais contamos atualmente e identificar materiais adicionais que poderiam reforçar nossos kits de primeiros socorros.

Mais do que conhecer os equipamentos, compreendemos que o fundamental é reconhecer a gravidade do sangramento, pedir ajuda e aplicar as técnicas adequadas para cada situação.

Instrutora mostrando como enfaixar uma perna ferida durante o curso de primeiros socorros

Traumatismos, fraturas e outras lesões

Outro tema importante foi o atendimento inicial a lesões provocadas por quedas, pancadas ou acidentes.

Durante a capacitação, aprendemos a reconhecer situações relacionadas a fraturas, entorses, luxações e ferimentos abertos.

Os especialistas também explicaram por que movimentar uma pessoa ferida sem necessidade pode agravar seu estado, especialmente quando existe a possibilidade de uma lesão na coluna vertebral.

Conhecemos os cuidados necessários nesses casos e a importância de aguardar a intervenção de profissionais capacitados quando a situação exige.

Além disso, revisamos os primeiros atendimentos em casos de queimaduras de diferentes graus e outras condições que podem exigir assistência imediata.

Estabilização da cabeça de uma pessoa ferida presa a uma maca

Outras situações que também precisamos reconhecer

A capacitação também incluiu situações que podem surgir inesperadamente, como reações alérgicas graves, crises de asma, alterações da glicemia e problemas relacionados à pressão arterial.

Durante essas explicações, conhecemos a função de determinados medicamentos e dispositivos de emergência, além da importância de que sua administração siga as orientações e o treinamento adequados.

Também abordamos casos de hipotermia e incidentes por imersão na água, situações especialmente relevantes para compreender o atendimento de emergências em diferentes ambientes.

Cada assunto ampliou nossa visão sobre os primeiros socorros e nos ajudou a entender que situações semelhantes podem exigir respostas diferentes, dependendo do estado da pessoa.

Instrutora demonstrando como agir diante do engasgo de um bebê

Aprendemos a agir diante de um engasgo

Um dos momentos mais práticos do workshop foi dedicado às obstruções das vias aéreas.

Os profissionais nos ensinaram a reconhecer quando alguém apresenta dificuldade grave para respirar devido a um engasgo e quais ações podem ajudar a desobstruir as vias aéreas.

Praticamos as manobras correspondentes, incluindo os cinco golpes nas costas e as compressões abdominais (manobra de Heimlich) em adultos.

Também conhecemos as diferenças que devem ser consideradas quando a pessoa afetada é uma criança, um bebê, uma gestante ou alguém com obesidade.

Foi uma oportunidade de compreender que as técnicas precisam ser adaptadas a cada situação e que uma intervenção incorreta pode agravar o problema.

O que antes muitos de nós conhecíamos apenas por vídeos ou informações de outras pessoas se transformou em uma experiência prática, acompanhada por profissionais que nos explicaram como reconhecer os riscos e agir de maneira adequada.

Integrantes da equipe prendendo um voluntário em uma maca dobrável durante o workshop

Aprendemos sobre o transporte seguro de pessoas feridas

Perto do fim do workshop, abordamos outro assunto importante: como agir quando uma pessoa precisa ser transportada depois de um acidente.

Os profissionais nos apresentaram diferentes equipamentos utilizados nessas situações, como talas, macas dobráveis e dispositivos de imobilização.

Também explicaram quais riscos precisam ser considerados antes de movimentar alguém e por que, em determinadas lesões, é mais seguro manter a pessoa imóvel até a chegada de profissionais especializados.

Durante essa parte, participamos de exercícios práticos e simulações de situações de emergência, para compreender melhor como coordenar a ajuda e evitar movimentos que possam causar novas lesões.

Essas atividades nos permitiram colocar em prática os conhecimentos apresentados e perceber de perto a importância do trabalho em equipe.

Porque, quando uma emergência acontece, não basta apenas saber o que fazer. Também precisamos nos comunicar, manter a calma e compreender as responsabilidades de cada pessoa.

A equipe administrativa da Salkantay Trekking com os instrutores da O2 Medical Network ao final do curso de primeiros socorros

Como essa preparação beneficia nossos viajantes?

Agora, vamos voltar à pergunta que fizemos no começo: por que um treinamento de primeiros socorros para a equipe do escritório também é importante para quem nos visita?

A resposta é simples: a experiência de um viajante com a Salkantay Trekking começa muito antes de chegar às montanhas.

Desde o momento em que alguém entra em contato conosco, visita nossas instalações ou recebe informações sobre sua próxima caminhada, já está interagindo com nossa equipe administrativa.

Por isso, é importante que nossos colaboradores saibam reconhecer situações inesperadas, especialmente se um visitante precisar de ajuda enquanto estiver em nossas instalações.

A capacitação sobre o uso do oxímetro, o reconhecimento de emergências e as técnicas básicas de primeiros socorros nos proporciona conhecimentos que podem ser úteis nesses primeiros contatos com os viajantes.

Essa preparação não elimina os riscos nem substitui o atendimento médico profissional. No entanto, pode contribuir para uma resposta inicial mais organizada e responsável.

Queremos que todas as pessoas que confiam em nós encontrem uma equipe disposta a ouvir, orientar e ajudar dentro das suas possibilidades.

Um aprendizado que podemos levar para o dia a dia

O que aprendemos durante o workshop não precisa ficar apenas dentro do escritório. Esses conhecimentos também podem ser úteis quando estamos em casa, passando um tempo com a família ou participando de alguma atividade fora do trabalho. Uma situação inesperada pode acontecer a qualquer momento, e ter conhecimentos básicos de primeiros socorros pode nos ajudar a reconhecer riscos e pedir assistência no momento certo. Para nós, esse é um dos aspectos mais valiosos da capacitação: oferecer aos nossos colaboradores conhecimentos e ferramentas que podem acompanhá-los em diferentes momentos da vida. Porque as pessoas que fazem parte da Salkantay Trekking são muito mais do que as funções que exercem dentro da empresa.

Cuidar dos nossos colaboradores também faz parte do nosso compromisso

Na Salkantay Trekking, sabemos que por trás de cada reserva, ligação, organização e experiência de viagem existem pessoas que dedicam tempo e esforço ao trabalho. Por isso, acreditamos que uma empresa não deve se preocupar apenas em oferecer um bom serviço. Ela também precisa cuidar do bem-estar e da preparação da própria equipe. O curso de primeiros socorros conduzido pelos profissionais da O2 Medical Network faz parte dessa maneira de entender nosso trabalho: aprender juntos, compartilhar conhecimentos úteis e dar importância à segurança das pessoas que estão ao nosso lado todos os dias.

Uma empresa é construída por pessoas

Quando falamos da nossa equipe, falamos de colegas com quem compartilhamos responsabilidades, desafios e muitos momentos ao longo do dia de trabalho. Criar oportunidades de aprendizado é uma maneira concreta de reconhecer a importância de cada um. Essa capacitação também nos lembrou que cuidar uns dos outros é uma responsabilidade compartilhada. Todos podemos contribuir para um ambiente de trabalho mais seguro, seja prestando atenção a uma situação de risco ou pedindo ajuda a tempo quando alguém precisa. E esse compromisso começa com algo simples: nos importarmos com as pessoas que estão ao nosso redor.

Na Salkantay Trekking, cuidar também significa aprender

Nosso curso de primeiros socorros nos deixou uma lição importante: a segurança não começa quando iniciamos uma caminhada nem termina quando voltamos da trilha.

Ela também está presente no nosso escritório, na maneira como trabalhamos e nas decisões que tomamos para cuidar dos nossos colegas.

Agradecemos aos profissionais da O2 Medical Network por compartilharem seus conhecimentos, responderem às nossas perguntas e nos acompanharem durante os exercícios práticos realizados na Casa Salkantay.

Sabemos que uma única capacitação não nos transforma em especialistas, mas representa uma oportunidade de nos prepararmos melhor e compreendermos a importância de agir com responsabilidade diante de uma emergência.

Na Salkantay Trekking, queremos continuar construindo uma empresa onde a preparação, o respeito e o cuidado com as pessoas tenham um lugar importante, tanto para quem trabalha conosco quanto para quem nos escolhe para descobrir os Andes.

Integrantes da equipe da Salkantay Trekking sorrindo enquanto carregam um voluntário em uma maca dobrável durante o workshop

Saiba mais sobre como cuidamos das pessoas

Leia sobre o trekking seguro em Cusco e o trabalho da Fundação Salkantay.

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